O torcedor vascaíno, mais uma vez, deu uma demonstração da sua força e paixão pelo Vasco da Gama. O espaço destinado ao visitante recebeu um fanático vascaíno disposto a cantar e empurrar o time do primeiro ao último minuto do jogo com o Paysandu. A estratégia do torcedor deu certo e fez do segundo tempo momento especial na estreia da Copa do Brasil.
Se no primeiro tempo, o Vasco não rendeu o esperado pelo torcedor e treinador. A volta para a etapa final reservou luta, gols do Spinelli, boa atuação dos colombianos Andrés Gómes e Rojas, e muita entrega em campo. O técnico Renato Gaúcho, que optou por manter o time no início do segundo tempo, exaltou o carinho recebido em Belém.
“Obrigado pelo carinho da torcida vascaína comigo e com o grupo todo. Na partida do Remo também. Vejo os dérbis daqui e fico feliz de ver esse estádio sempre lotado, com as equipes fazendo muita festa. É importante o pessoal daqui gostar de futebol, e é importante. Fazia tempo que não vinha antes do jogo contra o Remo, desde quando jogava. Foi muito bom, agradeço muito”, destacou Renato.

COBRANÇA AOS CENTROAVANTES
“Os camisas 9 são muito cobrados no mundo todo. Os torcedores esperam que façam os gols. O Spinelli aproveitou a oportunidade. Eu faço rodízios e falo para eles estarem preparados. Ele brigou bastante no jogo, brigou com os zagueiros adversários. Foi importante. Não dá para colocar em campo sempre a mesma equipe. Estou rodando o grupo, e o grupo está dando a resposta. Nosso grupo é reduzido, então, tem que rodar. Está todo mundo tendo oportunidade e está todo mundo vendo. Não é só o treinador. A imprensa está vendo, o torcedor, a diretoria, o presidente. Nesse sentido, não tenho do que me queixar. O grupo está dando conta do recado”, elogiou Renato.
