Quem foi ao Maracanã cantou do início ao fim do jogo Vasco 3 x 2 Fluminense, mesmo que as coisas não tenham saído como planejado. O gol logo no início, com menos de 1 minuto, deu a impressão que a noite de quarta-feira seria longa e de tristeza. Quando no segundo tempo, o Fluminense aumentou a vantagem, o torcedor viu um filme passar na sua mente.
Só que mudou o diretor do filme e o técnico Renato Gaúcho resgatou o filme digno de Oscar: “Vasco, o time da virada”. Ao longo dos últimos anos, as viradas foram ficando para trás, como capítulos de uma linda história. Logo na primeira coletiva, o treinador vascaíno prometeu que esta conexão com a arquibancada voltaria.
“O Vasco tem uma enorme torcida. O reflexo do torcedor é o reflexo do time em campo. A torcida sempre apoiou. Quando você vê uma vaia aqui para o torcedor não está saindo de acordo. Então, a entrega é fundamental. Sempre falo para o jogador, se você correr, se entregar, não tem torcida no mundo que vai vaiar. A torcida não vai mais vaiar. Os jogadores que entrarem em campo, eles vão ser muito cobrados, pela entrega em campo. Se o torcedor está vendo o time se entregar, o torcedor vem junto”, destacou na chegada ao Vasco.
E foi exatamente assim que a conexão foi recriada. Time correndo, lutando pela virada, e o torcedor cantando a plenos pulmões pela vitória, que veio com muita luta e entrega dentro e fora de campo. Da Inglaterra, dois ilustres torcedores fizeram questão de exaltar o resultado no Maracanã: Bruno Guimarães e Rayan.


