Ao chegar ao Vasco, em 2025, o volante Thiago Mendes veio com responsabilidade de trazer experiência e talento ao meio-campo vascaíno. A forma física jogou contra o início do time titular, mas o camisa 23 nunca entregou os pontos e seguiu trabalhando. O passado de sucesso no Lyon e São Paulo, por exemplo, trazia a esperança que o jogador alcançaria a camisa titular.
Com a vinda do técnico Renato Gaúcho, Thiago Mendes herdou a braçadeira de capitão do Vasco. O treinador tem uma visão específica sobre o tema e conversou com o goleiro Léo Jardim, que era o capitão do time depois da saída do meia Philippe Coutinho.
“Eu tive uma conversa com o grupo. Sobre o capitão, eu conversei com o Léo Jardim. Quando cheguei no Grêmio em 2010, o Victor era capitão, e eu disse que goleiro não poderia ser capitão. Primeiro que goleiro não pode sair toda hora da área. Respeito o Léo, vai continuar sendo um líder, mas o meu capitão tem que estar em campo. Posso mudar na sequência, mas o Thiago foi muito bem. Quando cheguei no Fluminense tive a mesma conversa com o Fábio. Uma exceção seria se eu treinasse o São Paulo e bater de frente com o Rogério Ceni”, destacou Renato.
REFORÇOS NO VASCO
A janela de transferências fecha no dia 27 de março e o técnico Renato Gaúcho fez questão de dizer que não pediu reforços à diretoria. “Eu não pedi nenhum jogador, confio nesse grupo aqui. Na janela do meio do ano, se possível, vamos trazer um jogador. Nesta janela agora, se der para trazer alguém, vamos trazer. Eu acabei de chegar e não pedi de ninguém por enquanto. A gente precisa de reforços pontuais, que cheguem e joguem. A gente tem que reforçar nosso grupo para brigar por coisas maiores”, ressaltou o treinador.
PITON BARRADO?
No intervalo da partida, o técnico do Vasco trocou Lucas Piton pelo Cuiabano. A lateral-esquerda subiu de produção e foi premiada com o gol da virada. “O Piton estava bem no jogo, infelizmente aconteceu o gol pelo lado dele. Eu cobro bastante a maneira que meus jogadores têm que marcar os adversários. Ele estava bem. Conheço o Cuiabano, foi meu jogador no Grêmio, e tirei o Piton para preservá-lo. Se ele ficasse seria vaiado a cada vez que tocasse na bola e isso poderia atrapalhá-lo e aos demais companheiros. Tenho quatro grandes laterais, dois na direita e dois na esquerda. Confio em todos eles”, disse Renato Gaúcho.
